Você se forma na faculdade de Direito, passa no exame da OAB e precisa começar a dar jeito na sua vida pois precisa se sustentar e construir sua "vida de adulto". Estou certo?
Porém, a primeira opção de um bacharel em Direito é a aprovação no exame da ordem e começar a advogar, conquistar clientes, processos, dinheiro etc, até se estabilizar na profissão ou passar em um concurso público.
Mas, como começar na advocacia com tanta concorrência? Você já se perguntou porque alguém contrataria um jovem advogado para defender seus direitos? Seu dinheiro? Sua liberdade? Seus bens? A guarda de seus filhos? Entre tantas outras demandas. Por que escolher o novato?
O medo de começar na advocacia de forma autônoma é real e inclusive muito justificável. Só aprendi isso depois que larguei meu emprego em escritório para começar o meu próprio. Realmente não é uma coisa fácil. Mas vale muito a pena.
Depois que você decide que irá destinar sua vida na advocacia, em carreira solo, começa a surgir os primeiros dilemas: por onde começar? Como começar? O que fazer?
Quantas vezes já reclamamos de ter que ler um livro, artigo, slide etc para fazer uma resenha para a faculdade e ficamos irritados?
"Perda de tempo isso, não vai adiantar nada"
"Esse livro nem tem a ver com a matéria, esse professor está louco"
"vou pegar uma resenha da internet pronta, professor nem vai ler mesmo"
Estou estudando processo penal quando o telefone toca: "Felipe, um caso de estupro, vamos pegar? Supostamente os acusados são inocentes."
Minha parceira de escritório deu ênfase na parte "supostamente os acusados são inocentes" porque sabe que penso muito antes de assumir um processo desse crime.
Infelizmente é inegável que as facções dominam os sistemas prisionais, as favelas, os morros, as biqueiras e todas as extensões coligadas ao crime.
Partindo desse pressuposto, o advogado que atua na área criminal, mais cedo ou mais tarde, terá contato com os chamados "faccionados", ou seja, pessoas presas (ou não) que servem a determinadas facções.
Uma das coisas que mais vejo na internet, dentro das redes sociais e que a mídia se aproveita para fazer clickbait é banalização dos termos CALÚNIA, DIFAMAÇÃO e INJÚRIA.
As redes sociais se tornaram uma terra, aparentemente sem lei, mas não o é!
E pela razão das pessoas se sentirem protegidas atrás da tela do computador, não há freios ao proferir, xingamentos, imputações de crimes, criação de histórias falsas, ataques a atitudes derivadas.
Os três institutos possuem conceitos e requisitos que devem ser levados em consideração antes de afirmar que determinada conduta se enquadra no tipo penal dos crimes contra a honra que veremos a partir de agora.
As Penas Restritivas de Direito (PRD) são uma espécie de pena prevista no Código Penal muito utilizada em crimes de menor ofensividade, que, inclusive, costumam ser executadas com serviços a comunidade, cestas básicas etc.
Você com certeza já ouviu bastante a respeito dessa modalidade de pena, mas você sabe como são? Onde estão previstas e como se aplicam?
A faculdade de direito, via de regra, não prepara o estudante para a vida prática (às vezes nem à teórica), e aí, quando pegamos nossa vermelinha e vamos à luta começamos a nos deparar com coisas que nunca imaginamos, ou se por algum acaso viemos a imaginar, nunca é bonito e tranquilo quanto imaginamos.
Pergunto a você, caro leitor ou leitora, estas preparado para a prática jurídica?
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Todo e qualquer advogado e advogada tem seus direitos de atuação resguardados por Lei Federal. Ou seja, aos administradores da lei é dada algumas proteções jurídicas que os legisladores entenderam necessário para que o trabalho dos causídicos possa ser exercido da forma mais plena possível.






